segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Coisas boas da vida #3

Viajar.

Haverá melhor sensação do que o sentimento de sairmos da nossa rotina? Do dia-a-dia, das pressas que o relógio impõe e às quais a sociedade obedece. Deixar de lado a pontualidade e a necessidade de a ter, deixar de ter horários, para comer, para dormir, para sair de casa. Liberdade. Outro povo. Outra cultura. Caras novas.

Amo viajar. Todos os anos tento fazer duas viagens para fora, não me esticando muito que o orçamento não é como pastilha elástica. É mais como deitar um copo de água num balde de areia. Some e nem sabemos para onde foi.

Quero Londres para já. Paris mais para o final do ano quem sabe.

Amigdalite

Exactamente, é isso que me tem atormentado desde quinta-feira e não é remediável com apenas Brufen. É necessário um antibiótico forte, e dois dias sem sair de casa, sem falar muito, sem stress e sem apanhar sol. É necessário passar várias horas num centro de saúde para finalmente ser atendido. É este o estado em que o país se encontra, onde os utentes sofrem pelas guerrilhas internas entre médicos. Passando a explicar como eu não pertenço ao Centro de Saúde da cidade onde agora resido não posso ser atendida, informei-me a surgiu a possibilidade de ser atendida, ao que me pediram para comparecer no mesmo às 17h para preencher a ficha de inscrição. Eis que chego ao CS e sou encaminhada de um andar para outro, até conseguir finalmente chegar à secção onde poderia realizar a inscrição para ser atendida. Entro e está um senhor a reclamar de maneira bem fundamentada, e bastam dez minutos para verificar que eu também deveria reclamar. As reclamações não são aceites pela secretária que encaminha o utente para a caixa de sugestões. No meu português "sugestão" e "reclamação" não são a mesma coisa. Mas há pessoas que deixam passar, ou porque dá muito trabalho reclamar ou porque simplesmente se acomodam a este sistema que a todos afecta. Reclamar é sempre uma tentativa de melhorar os serviços para que outros não sejam afectados pelas coisas que nós fomos. Continuando, tento eu inscrever-me, ao que a secretária me diz "só a partir das 18h" eu explico que liguei de manhã e me informaram que teria de ser às 17h para dar tempo antes da consulta ao que ela me responde um género de "Não tenho nada a ver com isso". Acredito que estivesse a ter um dia mau, mas se está a dar a cara por um serviço tem de saber levar tanto com elogios como com críticas. São os chamados "ossos do ofício". Passados 20m chega outra secretária a informar que não haveria médico. Bela merda estes serviços. Doentes à espera e não há médico porque não? Explicações? Soluções alternativas? Está bem está.
Tive a sorte de estar acompanhada por que me arranjasse uma solução alternativa, preenchi a ficha, esperei, esperei a fui atendidada. Resultado: 
- Antibiótico de 12 em 12 horas durante 8 dias
- Brufen durante mais 2 dias
- Ben-u-ron caso necessário 
- 3 dias de baixa





Coisas boas da vida #2

Ficar o fim-de-semana todo no sofá, a ver filmes, agarrada à mantinha e a ele.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Zara

ZARA 

I LOVE YOU

Constipação =(

Tirar o fim de semana para ficar doente não é de todo um dos meus planos preferidos. Suponho que não seja o de ninguém. Mas a culpa de quem é? Minha obviamente. Mal vem um raio de sol já estou praticamente de manga curta, o casaco serve apenas para andar no braço e o vidro do carro anda aberto porque sim eu estou a morrer de calor. Agora sofro as consequências. Brufen de 8 em 8 horas, Strepfen, Chá com mel e roupa para cima deste corpinho. Como se não bastasse amanhã tenho um trabalho para apresentar e mal lhe pus os olhos em cima. Deduzo que o vá acabar em cima da hora como é o habitual.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Coisas boas da vida #1

Chegar a casa após um longo dia de trabalho, tomar um banho e esperar por ele que está a chegar entretanto. Para que eu me possa deitar no peito dele e partilhar com ele o meu dia e poder ver aquele sorriso que eu amo a menos de 5cm de distância. E abraçá-lo tanto tanto!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

London & Love


I want you so badddddd....

Amigos

Tenho uma mão e meia cheia de amigos, ou talvez apenas uma mão cheia e a outra metade sejam apenas amigos agora e não para a vida. Os Amigos ficam para sempre. Riem connosco, choram ao nosso lado e ajudam um mau dia a tornar-se num dia normal, em mais um dia onde conseguimos ultrapassar o impensável. Um dia pensei que tinha muitos amigos, tantos quantas pessoas conhecia, e eis que passado pouco as pessoas se revelaram. Ou porque mudaram ou porque decidiram revelar o que sempre foram e aí sim tive uma grande desilusão. Amigos com quem partilhei experiências, dramas, alegrias e tudo o resto que faz parte do dia-a-dia de uma adolescente que cresce e se torna mulher e deixa pelo caminho momentos, pessoas e histórias. Histórias que dariam uma colectânea de livros todos diferentes.

Tenho uma mão e meia cheia de amigos. Quem é que hoje em dia se pode gabar disso?

Ele


É perfeito, todos os dias, desde o primeiro dia. Faz-me bem, deixa-me feliz e por ele acordo todos os dias com um sorriso na cara. Faz-me sonhar com o futuro e faz-me querer planear uma vida a dois. Surpreende-me e deixa-me à vontade como nunca ninguém foi capaz de o fazer até à data. Aconchega-me, dá-me a mão e o peito onde posso adormecer enroscada como se fosse uma criança a precisar de mimo (que preciso). A vida é fácil ao lado dele e é com ele que eu quero dar cada passo da minha vida. Dá-me o sorriso mais bonito do mundo, a melhor companhia, a conversa que dura horas e o beijo perfeito. Amo-o com todas as letras, e em todos os sentidos, e cada vez mais e mais.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Eu


Sou uma apaixonada pela vida, pelos sonhos, pelos objectivos. Considero-me uma pessoa determinada, gosto de planear cada detalhe, e imaginar o futuro. Amo viajar e se pudesse daria a volta ao mundo, visitando todos os locais e conhecendo culturas e culturas. Uma das melhores sensações é viajar e regressar ao ponto de partida, trazer uma mala cheia de coisas novas e novos hábitos. Valorizar a simplicidade do que nos rodeia e a complexidade de tudo o que faz mover os nossos mundos. Adoro escrever, divagar por entre as palavras que por vezes se escrevem por si só, que me mexem a ponta dos dedos e através das quais sou eu de todas as maneiras. Lembro-me de ser pré-adolescente e ter a sensação que de aquela era a pior idade. Era um bocado revoltada, respondona e sentia-me incompreendida como 99% dos adolescentes. Não desabafava a não ser com os meus cadernos, com páginas soltas, com pedaços de papel, com blocos de notas e páginas de Word. Tudo acabava na lareira, no lixo em mil pedaços ou na reciclagem. Mas ficava a sensação de alívio, de um peso tirado de cima. Não tinha o diário piroso com cadeado e onde começava a escrita em “Querido diário…”… gostava de folhas soltas, de não ter de cumprir uma ordem na escrita, de escrever na última página e depois na primeira. Era uma rebelde certinha que cresceu. Agora quero apenas escrever, estudar, continuar a estabilizar, pagar as contas ao fim do mês, manter o emprego actual para um dia ter O emprego que espero ter, dormir muito, ver filmes, viajar e viajar, ser uma pessoa saudável, manter a mão cheia de amigos que tenho e namorar muito muito =)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Simples...

O amor é uma coisa simples, sincera, sem complicações, com dois, de dois e para dois. É esquecer o resto e ter a sensação de termos encontrado a nossa meia laranja. É ter planos para o futuro, querer construir, idealizar e concretizar. É querer ir mais vezes ao cinema, e apanhar o gosto pela televisão e uma mantinha nas noites de inverno enquanto se passam horas a ouvir a chuva a cair. É não procurar e não desesperar porque o tempo encarrega-se de tudo. É trocar o gosto de dormir sozinho pelo gosto em ter um aconchego durante a noite e pela manhã. É acordar com um sorriso na cara. É dizer "amo-te" com todas as letras e em todos os sentidos. É partilhar os sonhos, os problemas, as preocupações. É ter um ombro amigo, um porto de abrigo onde nos dirigimos para chorar e para rir. É surpreender e querer fazê-lo todos os dias. É não criar uma rotina a não ser a de trabalho. É ficar horas a fio a conversar. É não ter medo e querer dar tudo. É dar a mão, o abraço, o coração e a alma e confiá-los cegamente. É estabilidade, confiança e algo que não se consegue explicar. É tudo. É simples.

Primeiro

O primeiro de todos, os dias, os minutos, os segundos. A página de um dia. O livro de uma vida. Um capítulo, uma frase, uma palavra, uma enciclopédia, uma biblioteca. Um mundo, uma força... o amor...que tudo muda, tudo transforma e tudo realiza. É disso que trata este bloco de notas, esta página da vida que vai ser sempre um livro aberto.